domingo, 17 de janeiro de 2010

Os bondes


Além do bonde super antigo (cable car) que começou a funcionar em 1873 (existem alguns ainda em operação, mas são mais turísticos), San Francisco tem este sistema de bonde um pouco mais 'moderno'. Mas os bondes que eles usam vêm de vários lugares dos EUA e do mundo, você vê muitos bondes antigos de Milão, por exemplo.
É muito legal, e estes bondes são totalmente integrados no sistema de transporte como um todo.

O sistema de transporte público de SF é muito interessante, porque une vários tipos de transporte - bonde velho, bonde novo, metrô (linhas bem curtas, mas que ajudam muito para desafogar o trânsito), ônibus. Você paga U$2.00 e esta passagem vale por 2 horas. Durante este período, dá para usar qualquer tipo de transporte, menos os bondes antigões, que custam US$5.00.

Eu achei ótimo porque parece uma solução que seria mais facilmente adaptável a outras cidades do mundo. Esburacar uma cidade inteira para construir uma rede de metrô extensa é muito caro e exige muuuito planejamento. Mas este tipo de solução, unindo várias opções, é muito mais factível.

San Francisco - Vistas

E eu não fui na Bloomingdales...



Como é lindo, né?

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Ainda em New Orleans...

Bom, como organização não é o meu forte, aqui vão mais fotos de New Orleans, depois das de San Francisco.


Dirigindo a esmo, descobrimos várias ruazinhas lindas, isso longe do vuco-vuco do French Quarter. O mais legal é que o bonde chega até esta região.
(curiosidade: sabia que o Bonde chamado Desejo existiu mesmo?)

Claro, isso foi antes de eu me perder. Daí eu me perdi e nós descobrimos umas ruazinhas que não eram assim tão bucólicas.




Estas fotos são no parque onde fica o museu de arte da Lousiana. O parque é lindíssimo, tem todas estas árvores cheias de barba-de-bode. E bichos. Tinha um pelicano louco, voou na nossa direção. Aquele bicho é gigante! Antes desse, só tinha visto o pelicano do Passeio Público com a Antonia (ela ia achar o máximo). Fizemos um piquenique, foi super gostoso.

Ah, e entramos no museu, para respirar cultura. Ali você vê claramente a diferença de recurso$$$ entre Houston e N. Orleans, porque - apesar do museu ser muito bom - não se compara com o Museu daqui de Houston. Este não fica para trás dos museus de NY, e museu bonito requer muita dedicação ($$$).

Tem uma escola, no meio do parque. Já pensou estudar ali?

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Saaan Francisco

Finalmente! Notícias de San Francisco A CIDADE MAIS LEGAL DO MUNDO!!! Eu acho! Mais legal que NY, linda como Florianópolis (olha a ponte...), ótima para andar, passear, pegar trem, bonde, metrô e ônibus com vista. Resumindo, gamei.

Ainda por cima tivemos a sorte de ter 5 dias de céu de brigadeiro, mas um friozinho para refrescar as andanças.

O bonde histórico. Custa US$5.00 a passagem, ou seja, só tem turista. Mas nós ganhamos dois passes diários para andar no bonde, de um cara em um carro, no meio da rua.
Only in San Francisco!

Esse prédio é do Frank Lloyd Wright, e fica numa ruazinha minúscula. Lindo. Foi construído em 1948.

Em uma casa de chá chamada Samovar. Era super legal, no centro, na frente da praça . Tudo o máximo, mas vocês acreditam no que estava tocando?
Dançando lambada ê, dançando lambada lá! A original mesmo.

Vista do hotel - desta vez o Expedia não nos decepcionou, mas nós estamos com ódio mortal deles porque é a primeira vez que vemos um "clube de vantagens" que na verdade cobra uma mensalidade (US$12.00). grrrrrrrrr!!!

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Lousiana music



É isso aí! New Orleans é música em todo lugar, e música boa!




No Fritzel, o mesmo bar que eu tinha ido com o Marlos. Jazz de branco, muito bom! Os membros da banda eram outros, apenas o pianista era o mesmo (que eu e o Marlos achamos que era cego... Mas ele não é nada, é só meio vesguinho). Este bar é imperdível, o melhor da rua do vuco-vuco, a Bourbon Street.



Esta era uma banda de três músicos, sendo que o vocalista está tocando um instrumento muito interessante: uma tábua de lavar roupa, com algumas latas penduradas. É isso aí, as pessoas que faziam música (negros, os cajuns) em New Orleans não tinham condições de comprar instrumentos tradicionais , então, o negócio era adaptar. Acho que este "instrumento" é bem popular por estas bandas, porque já vi também aqui em Houston, no bailão cajun que a gente foi.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Louisiana food

A Lousiana - e New Orleans - é um lugar muito particular. A música é especial, a arquitetura é especial, algumas pessoas falam um idioma especial (uma mistura de inglês e francês). E super especial e única é a comida.

Não tem como ir para lá sem comer bastante:

O Café du Monde é um dos pontos turísticos principais, e eu já tinha ido com o Marlos. A diferença é que agora não era feriado então não estava muito cheio. O interessante é que todas as garçonetes são chinesas.

Aí estão, os famosos beignets com café-com-leite (chocolatinho pra Cacá).

Nham... Desta vez estavam mais saborosos. Porque comer isso e café-com-leite quando está 30oC, como da outra vez, é meio sufocante.
Estes, disseram para nós que era alligator. Não sei, pra mim tinha gosto de frango a milanesa.

Aí está, comidona sulista roots: arroz, feijão, e fígado frito!

Também tinha arroz, feijão e frango frito. Ô beleza! Delícia.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Thelma & Louise Louise na Louisiana

Minha mãe e ermã estiveram aqui por duas semanas, e nos divertimos muito... muitas aventuras, rs.

Pergunta, quer viagem com emoção ou sem emoção? Se for sem emoção, não me convide! hahaha! Porque a primeira coisa que eu fiz, antes de sair de Houston, foi deixar a minha carteira e tuuuudo que importa (documentos, carteira de motorista, dinheiro, cartão de crédito, TUDO) em cima da bomba de gasolina! Só fui descobrir em Beaumont, já na divisa com a Lousiana, e há 1h30 daqui... nice... A sorte é que a santa do posto achou e me ligou (3X, eu não ouvi porque não sabia mexer no iPhone e estava selecionado para só vibrar, que beleza!). Daí o Marlos teve que ir lá buscar para mim e mandar pelo correio para o hotel, olha que show! Emoção!

Olha quem era a única pessoa com carteira de motorista no carro!

Daí já em New Orleans - deu tudo certo no final - levei uma multa por cruzar a ponte sem pagar pedágio quando estava voltando de um bairro onde tinha me perdido, mesmo com a ajuda de GPS e iPhone. Mas eu paguei a multa no dia seguinte (1 dolar) e deu tudo certo de novo. rs.

Quase que tivemos que ir de barco.

O Rio Mississipi, ao fundo, a ponte que eu cruzei sem pagar.

Pelo menos uma emoção não foi culpa minha: soou o alarme de incêndio do hotel e todo mundo teve que descer. Tinha gente de pijama, roupão, etc. Mas era alarme falso, ufa!
Fora o telefone que uma noite teimou em tocar altas horas da madrugada, algumas vezes e ninguém falava nada... fantasma...

Eu juro que depois de perder o passaporte e carteira eu estou tentando me comportar melhor. Agradeço ao meu maridinho que tem muita paciência.